terça-feira, 30 de setembro de 2014
Ciúme de artista.
Faz uns dois ou três dias, se casou o lindíssimo e cheio de charme George Clooney. A mulher que ele escolheu, de uma beleza compatível com a dele, parece que vinda lá das "Arábias". Aí, fiquei pensando no fato de alguns atores ou atrizes tentarem camuflar seus romances, preocupados com a reação dos fãs. É muito engraçado isso. Qual seria a possibilidade de alguém ( que tem fixação no dito artista) ter uma chance com o amado e inatingível astro? Gozado mesmo. Parece que ficam desquitadas, divorciadas do amor de suas vidas as pessoas que adotam o famoso(a) como paixão absoluta. O fato é que preferimos saber da inteira liberdade e descompromisso do nosso amor das telas, ou dos palcos. O ser humano é engraçado. Acho que entre os animais há uma dose de ciúme também. Às vezes, aquele cãozinho dócil faz um rosnado intrigante, se alguém se aproxima do seu eleito, o dono que ele escolheu para si. O sentimento de posse existe entre todas as criaturas? Acredito que sim. Por que um homem lindo e glamouroso como o George Clooney não tem direito da vida a dois? Tem que partilhar com milhares de fãs a sua sexualidade. Fiquei pensando nisso, repito e mais uma vez, admito que é intrigante essa vontade possessiva que ataca o ser, dito inteligente, sobre a Terra. Uma vez, me apaixonei por um homem assim. Não era exatamente um cantor, nem astro de TV, nem de cinema, era, sim, um compositor incrível, filho de outro grande músico. Ele aparecia num programa de calouros, onde um jornalista e apresentador, não menos famoso, Flavio Cavalcante escolhia os jurados. Esse homem ocupava meus pensamentos, sua voz era bonita, máscula e sua inteligência acima da média. Houve então a oportunidade de dizer ao meu amor platônico da minha admiração, já que um grupo da cidade fora escolhido ( não sei porque cargas d'água) para participar do programa da TV que, nessa época ainda era em preto e branco. Pedi a minha amiga que falasse com ele, que dissesse o quê, exatamente? Claro, eu era uma adolescente, na flor da idade e com o romantismo pululando pelos poros. Nem me lembro do desfecho desta história. Acho que me contentei em saber detalhes sobre a apresentação do programa, claro. Ele morreu muito cedo, era hemofílico. Deixou lindas canções para a posteridade. Lembrei-me disso já que falo do magnetismo que alguém pode promover sobre um fã, um admirador. Confesso, sem o menor pudor: bem que eu preferiria o George Clooney solteirinho da silva! Ciúme não tem idade...
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário