segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
VISUALIZAÇÕES
3294 VISUALIZAÇÕES na minha página, aqui neste blog. Mal acredito, quando percebo o número crescente de acessos ao que escrevo. Queria muito que dessem opinião. Há quase nenhum comentário. Agradeço a quem quiser falar sobre minhas idéias. Não sei bem como funciona para se fazer o comentário. Alguns reclamam que não conseguem. Acho que me daria enorme estímulo, mesmo que fosse opinião discordante.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
O PESO DA CRUZ.
É, gente...tem hora que parece não vai dar. O peso é excessivo. As coisas tomam um rumo que não foi programado, esperado. Quem planeja aborrecimento? Nem precisa resposta. Precisa, sim. Tem gente que gosta de curtir embates. Tem gente que nasceu para sofrer. Tem gente que é "espírito de porco". Como tem... Li uma vez, não sei onde, que é genético o mau humor. Mas, ao contrário do que se pressupõe com o título desse texto, quero dizer sobre a capacidade que temos de superar. Hoje, acordei com a sensação que havia levado uma coça. Fiquei mal. Levantei-me, deitei de novo e fui ler um livro, segundo volume de "Os miseráveis". Aliás, está me deixando meio miserável também, que me desculpem os ossos de Victor Hugo, mas há passagens chatíssimas. Outras incríveis, é verdade. Não conseguia me concentrar, apesar de ser a hora mais calma para se ler, os neurônios descansados. Mesmo assim, não deu. Fui para a sala, o verão um pouco amenizado com a chuva de ontem, deixava entrar um aragem pela varanda, estava agradável. Li um trecho de uma revista católica, li de Deus, de Jesus. Adormeci de novo, até sonhei. Que bem me fez... Acordei limpa. Pronta para a luta. Olhei para a "cruz" desdenhando o seu peso, afinal, todos temos a nossa. Não é privilégio meu. Depois de um café e do remedinho de pressão, dispus-me a lutar de outra forma. Já ouviram falar em desprezo? Pois é. Arma letal, essa.
sábado, 11 de janeiro de 2014
Vida vadia.
Que sei eu da vida? Quase nada. Muitos dizem com segurança que experiência é tudo, a idade nos ensina. Discordo. Apenas visualizamos o que acontece e temos o desejo de ensinar, dar conselhos, mostrar a maneira certa. E adianta? Pergunto, já sabendo a resposta. Há momentos que deveriam ser apagados. Como assim? Do mesmo modo que deletamos um erro ou corrigimos com uma teclada só o que não deu certo. Não funciona dessa maneira, disso eu sei. Aparentemente, tenho conhecimento de muitas verdades. Quem garante que são verdades? Estou confusa e confuso mais ainda ficará quem conseguir ler esse texto. A matemática não é grande amiga na minha agenda. Não deixo muito espaço pra ela. Sempre gostei de outro tipo de ciência, palavra que nos encoraja a acreditar piamente nas afirmações que nos são impostas. Ciência diz tudo. Não é empírico. É algo testado por filósofos, cientistas, biólogos e todos os detentores de grandes estudos, pesquisas. A vida nos é dada de graça. É? Não sei, não. Quem pediu para vir? Hoje estou de má vontade. Sem concessões. Não quero abraçar aquele substantivo que nos faz tão bem, também não quero dizer qual é. Alguns vão identificar logo de cara. Mas quero fazer um pequeno mistério...um incentivo a quem quiser pensar; a qual deles me refiro? Só vou adiantar, dando uma pista: não é amor. Faz parte da família, mas, decididamente, não é. Se tem tempo para ficar imaginando, muito bem, então tente. "Eu não tô fazendo nada, você também...faz bom bater um papo assim gostoso com alguém...Vai, vai por mim...!" Já cantava o Jair...! Qual Jair? Eu, hein? Se não sabe, vai ficar na vontade.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
QUANTA COISA ACONTECE...
Desde o momento em que se sai de
casa alguma coisa acontece... Parece até a letra da música, acho que Avenida
São João, se não me engano. Mas é verdade. Por mais simples que pareça, é o
momento presente vivenciado. Claro, alguns detalhes, supérfluos. Tenho mania,
já disse em outra ocasião, mentalizar situações pelas quais estou passando; vou
escrever sobre isso, costumo imaginar. Adoro fazer crônicas. Pode ser chato
para quem lê, atentar para detalhes que talvez só sejam interessantes para quem
vive aquilo. Saí para comprar um chinelo, desses que servem para quem quebrou o
pé ou mesmo só o enfaixou. Era para meu filho que levou um tombo bobo, na
escada do meu prédio e teve que manter o dedão enrolado por, pelo menos, uma semana. Então, resolvi
enfrentar o calor e parti para a compra numa loja de produtos hospitalares, que
não fica longe de onde moro; primeiro, levei um susto danado quando passava
rente a um muro cheio de grades,
sustentadas por alvenaria amarela, combinando com as grades pretas. Um
cachorro me olhou de perto; não imaginava que ele estaria ali. Minha adrenalina
foi aos céus! Mais um quarteirão. A imagem
da Virgem Maria, numa pequena gruta na frente da Igreja, fiz o sinal da
cruz, agradecendo à Mãe de Deus, falei uma pequena prece; um rapaz que retirava
caixas de um caminhão, me olhou
estranhando. Lá ia eu, quando ao passar por um portão fechado, alto ( não se
podia ver ninguém do outro lado) levei uma “baldada”com água suja, descendo por
baixo do vão do bendito portão. “ Que merda”! balbuciei, afinal uma senhorinha
de respeito não diz palavrão; que nojo! Seria água da limpeza matinal, talvez
de uma área onde tivesse cachorro...! Que nojo, pensei, de novo! Fiz a compra e
voltei; aproveitei que passava por um supermercado ( super, só no nome pois
muito pequeno) e precisava comprar adoçante e ricota para uma receita de
lasanha light. Entrei e a música estava altíssima. Vi duas senhoras fazendo
cara feia, incomodadas com o som. Eu, ao contrário, me deliciei porque a música
era dessas de que gosto muito, que dá vontade de dançar. É como aquele provérbio ou
sei lá o quê, que demonstra as verdades diferentes, na mesma situação, para
pessoas diferentes. Uma, por exemplo: alguém
vê um copo contendo a metade de sua capacidade e diz: “- Copo quase
vazio”. Já outra pessoa pensaria: “-Copo quase cheio”. São interpretações, sentimentos opostos. Tá
achando chato o meu texto? Então pare de ler. Se gosta, me dê o prazer de ler
até o fim. Vem coisa interessante por aí? Não sei dizer. O que parece bom para
uns pode parecer ridículo para outros. Se se identificou com a situação ou
simplesmente, curte qualquer leitura, siga-me. Farei outros textos que, como
este, não levam a nada mas também não
fazem mal a ninguém.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
ESCREVENDO OU LENDO.
Deu vontade de criar um texto. De
quando em vez, acontece. Mas com tanto calor, acho que os neurônios derreteram
como sorvete fora do freezer. Aí, pensei: vou ler, melhor. Aí, pensei de novo:
como vou conseguir segurar um livro, com a moleza que sinto, o calor faz isso
com a gente e também, só de pensar em qualquer coisa, encostando na pele, dá aflição...imaginei a colcha da
cama que vai ficando morna ou o tecido
do sofá, nada convidativos. Ontem, estava vendo um filme que já assistira
noutra ocasião. Do Almodóvar: “ A pele em que me escondo ” ou algo parecido com
isto, esqueci agora. É sobre um cirurgião plástico, papel de Antonio Banderas,
que se vinga do pretenso estuprador de sua filha doente. Um horror...! Ele
opera o coitado na marra e o vai transformando em mulher. Historinha macabra!
Aliás, não gosto muito de Almodóvar... Sei que muitos vão me crucificar, mas
não gosto mesmo. Tô pra ler o segundo volume da obra de Vitor Hugo: “Os
miseráveis”. Na verdade, já comecei. Acho que vou encarar. O calor que se dane. À medida em que a história vai se infiltrando na
mente e a leitura vai me prendendo, acredito que vou esquecer um pouco o
desconforto, o suor descendo por todos os lados e acho, vou me divertir. Vou
ligar o ar condicionado de novo, pensei. Aí, pensei de novo na conta que dobra no
fim do mês. Mereço, penso. Já repeti o verbo pensar dez vezes... mas é que
pensar é muito bom. Às vezes, do nada, vem uma idéia boa. Tenho certeza que não
foi desta vez... pelo menos, matei a vontade: escrevi um texto qualquer. Quem
se arriscou lendo, vai me achar uma tola, me desculpe a falta do que fazer! Aí,
penso de novo: hoje, arrumei a casa, lavei os banheiros, cozinhei, com muito
capricho; tudo com louvor. Tem vez que enrolo e não varro direito debaixo das
camas. Hoje, repito, me esmerei, trabalhei como se tivesse quinze anos. Então,
senti que devia me dar uma recompensa e desafiei os pobres neurônios mais uma
vez. Até a próxima faxina, pessoal.
Em tempo: O nome do filme é "A pele que habito", não ,me escondo.
Em tempo: O nome do filme é "A pele que habito", não ,me escondo.
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