Quanta coisa se pode dizer, partindo dessa premissa.Tirei uma foto há uns seis dias e fiquei bem: arrumada para uma festa, vestido bonito, cabelo arrumado, maquiada, enfim, caprichei no visual.A filha, que adora fotos não fez por menos e bateu umas quatro ou mais com o celular e, além de tudo, colocou no facebook pra quem quisesse ver. Devo reconhecer que fiquei bem. Sorria. Sim, eu estava com um sorriso estampado no rosto. Parecia feliz. Parecia- este é o verbo- não a realidade.Hoje, com o estado de ânimo em que me encontro, fico pensando... Por que nos acostumamos a passar uma imagem de felicidade, quando na verdade, o que realmente acontece é bem o contrário. Por que temos a obrigação de dizer a todos o quando estamos bem, o quanto estamos nos divertindo, o quanto a vida é bela! Ilusão ou o quê? Não sei, só sei que é de praxe essa demonstração de felicidade; nos retratos, então, é obrigação. Eu não fico bem se não sorrio, acho que fico melhor e com menos rugas, digamos assim, quando esparramo um sorriso no rosto, ainda que forçado. A vida costuma ser uma comédia em que os atores dão um belo espetáculo, com enorme talento. Por que devo sorrir quando entro no elevador para um vizinho que mal diz bom dia? Educação, claro. Por que chego na casa de alguém parecendo que o dia está ótimo e que tudo vai bem e lá venho, esbanjando mais sorrisos.Por que cumprimento a todos com um meio sorriso, só porque adentrei o ônibus? Sorrio ainda para a moça que me dá o troco no mercado. Sorrio, sorrio e sorrio. Por que, gente? Será que sou falsa? Será que me sinto na obrigação de ser agradável, gentil, educada? Por que, me pergunto eu. Acho que vou adquirir novo comportamento, só pra ver no que vai dar. Passarei a ser tachada de antipática, com certeza. Comecei bem cedo a me comportar civilizadamente. Lembro-me de, brincando de boneca com minhas irmãs e a prima, o braço da linda boneca de louça de minha prima se desprendeu do corpo. Eu então, mantendo a gentileza e com certeza um sorriso educado, olhei pra ela e disse: " Estalou?" Vejam bem a sutileza da pergunta. Toda cerimoniosa, ao invés de rir, debochar ou achar bem feito o fato de aquela boneca linda tivesse um problema, eu sorri, educada e levei a sério a brincadeira. Quanta ironia! A vida está me parecendo um caldeirão de água fervente, com uma dose cavalar de ironia, maldade, fingimento, hipocrisia , temperando esse guisado. Ando cansada de ser boazinha, simpática, suave. Acho que preciso colocar mais tempero no meu comportamento,talvez, pimenta, quem sabe? Parece que as pessoas mais respeitadas são aquelas que estão sempre desafiando, ou que não demonstram medo em responder à altura quando maltratadas, ou se vêem ameaçadas e se defendem; também não ficam espargindo sorrisos solícitos para que sejam bem aceitas. Parece que se impõem na sua franqueza desmedida. Voltando a falar daquela minha foto bonita ( recebi até alguns elogios) creio que devo dizer, como quando era criança:Enganei meu burrinho com uma pedrinha de sal, comendo capim, no meu quintal!" Porque a minha alma, ou seja lá como se denomine meu sentimento,naquela foto,sorridente, tão bonitinha, não estava com vontade de rir e nem queria sair...Tenho ouvido, quase todas as manhãs, o padre Marcelo, até comprei o livro dele Philia. É bom, e ajuda a quem sofre de depressão. Que Deus me ajude e aumente a minha fé. Espero voltar a ser aquela menina boba, que tinha vergonha dos outros e que ria por delicadeza ou só por educação. Eu era feliz, sim, Mesmo com os problemas pelos quais passei, mesmo assim, sorria com vontade. Tinha uma alegria espontânea e sentia prazer em muitas coisas, como por exemplo, ouvir uma boa música, rir de uma piada, ir ao cinema, dançar, me arrumar, para sair bem na foto. Esse tempo passou. Aparência, não é tudo. Meu coração anda doente, Se pudesse ser visto, perceberiam que, como a boneca da minha prima, "estalou" e agora ficou difícil de consertar...
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Uma salada de frutas.
Há pedidos para que eu escreva mais. É o que mais gosto de fazer. Mas parece que esgotei todas as esperanças que mantenho, naquela caixinha secreta, que cada um de nós tem. Não falo dos problemas particulares. Não, mesmo. Eles continuam me perturbando, incomodando, mas ando reagindo e dando uma banana pra cada um deles, até porque o que não falta na minha fruteira são bananas. ."Abacaxi" gosto deles.Sabe,gente, é uma das frutas que mais aprecio. É fresca, saborosa, diurética, faz bem à digestão, só é difícil de descascar. Mesmo assim, tenho um macete: corto em rodelas grossas e vou descascando devagar. E se me dão um limão, vira limonada. Ontem, assistia a uma peça teatral com Paulo Betti. Me fez ver alguma coisa da minha infância.Que nasceu pobre, muito.Falou das maçãs importadas que, naquela época, ele nem sonhava comer, ainda que estivesse doente. Falou de outras, que crianças da roça, pobres costumam comer, entre elas mexerica, banana e uma que não me lembro mas que, hoje, faz parte das indicadas pelos médicos como das mais saudáveis e ótima para a saúde.Pois então.Tudo uma questão de saber aproveitar. Não queria falar de política. Mas chegamos a um ponto de preocupação que não dá pra fechar os olhos. O que será de nossa gente, falo de uma grande maioria que trabalha duro, que não rouba , que tem vergonha na cara e paga impostos. Não é justo o que vem ocorrendo. Caminhamos para o fundo do poço que, por mal dos pecados está ficando sem água. Já no Sul parece que a inundação tomou conta dos pertences e das vidas das pessoas. Há um desacerto total. Procuro ver programas onde economistas e entendidos falam e analisam a situação do nosso Brasil. É de se arrepiar. O que acho,de fato, é que deviam jogar as frutas podres que estão por toda parte , jogá-las em cova bem grande pra fazer adubo. E , aí, sim plantar uvas escolhidas que dessem um bom vinho para brindarmos com a chegada de gente de verdade, que não sequestra nossas riquezas e as envia para outros países distantes. O hino Nacional, quando cantado, me causava emoção, vontade de chorar, tamanho o orgulho sentido. Ando meio pra baixo, meio sem alegria, sim. Mas pensei nos motivos e encontrei, além dos que qualquer pessoa comum possa ter, me deparei com essa falta de perspectiva, de saída para nossos problemas. É uma nação inteira sendo derrotada por um bando de mequetrefes,ardilosos e sem o mínimo de vergonha na cara.Plantamos bananeiras, descascamos abacaxis, esprememos limões, juntamos até frutas importadas mas não conseguimos uma sobremesa saborosa, uma salada de frutas de verdade. O que vemos é um bando de brasileiros engolindo sapos, que jamais se transformarão em príncipes, até porque a princesa que os comanda já virou uma bruxa, faz tempo...!
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
"UM CORPO QUE CAI"
Alfred Hichcock lançou esse filme em 1958, eu devia ter meus 14 anos, faz tempo isso. Não sei contar a história tim-tim por tim-tim. Lembro-me apenas do suspense que foi e da linda,loura Kim Novak, que estrelava o filme. Até aí, tudo bem. Hoje, penso com saudades da época em que ir ao cinema era um programa genial: sair de casa, acompanhar pelas telas do cinema, algo incrível, mágico. Costumo pensar na efemeridade da vida, do tempo que nos é dado e que , se pudéssemos adivinhar, teríamos aproveitado mais. Não me lembro mesmo quem caía, no transcorrer da história, se era a mocinha ou se alguém era empurrado. Sei lá. Se alguém consegue, me desculpe pois do que quero falar, não é exatamente do roteiro do autor daquele filme. Não.Então qual o porquê? Caiu do cérebro para a tela do computador, onde digito coisas, o título aí de cima. Às vezes, coisas alegres, leves, me ocorrem e noutras o contrário. Um certo fel vem amargar a minha escrita. Ando percorrendo vales, sombrios espaços que não tem trazido muitas coisas boas.Me lembro do salmo da Bíblia: acho que 22 ou 23:" O Senhor é meu pastor nada me faltará.Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum , porque tu estás comigo;" além das palavras do psicólogo que me ajuda a enfrentar os problemas:ele costuma me dizer que há muita vida ainda para ser vivida e que tenho muitas coisas boas para aproveitar. Insiste em que eu me ame mais e dedique mais tempo a mim mesma. Ele tem razão. Mas é fácil, eu pergunto? E já sei a resposta. O corpo que cai agora, já não diz respeito ao do famoso filme do senhor Hitchcock. Agora, é o meu, que vejo despencar. Não falo só das carnes mais flácidas, das celulites e estrias, não mesmo. Até as rugas que teimam em me deixar mais feia e mais velha, não são coisas que incomodam tanto quanto o sentimento devastador que vem se entranhando em minha alma. Ou naquela massinha cinzenta que nos dá enormes rasteiras. Qual é ?! Pergunto nervosa, chateada. O que anda fazendo comigo que me deixa inerte, sem vontade, sem alegria? Tem um nome pomposo e intrigante: depressão. Lute contra isso, faça coisas que gosta tanto de fazer, ler, pintar, escrever, dançar, ouvir música. Sim, Amo fazer tudo isso, gente.Mas estou parecendo aquele jogador de futebol que sofreu falta e caiu no chão. Olha aí, gosto de futebol também, ontem, vi o Brasil ganhar da Venezuela. Não quero ser substituída por ninguém, preciso me levantar e deixar que o juiz da partida, dê um cartão amarelo para o agressor. Dependendo da falta, que seja expulso, cartão vermelho nele! Vou me arvorar em técnico ou mesmo bandeirinha e sinalizar para o juiz que ele precisa expulsar esse cara que pratica o "anti-jogo". Fora depressão! Fora, golpes baixos, em campo, não!!! Vou massagear o meu ego, colocar um gelinho na contusão e vou partir para a luta, afinal a partida ainda não acabou!
sábado, 10 de outubro de 2015
Tristeza e depressão - serão primas...serão irmãs?
O que se sente num dia em que o sol brilha e nada de extraordinário acontece não é apropriado pra esse tipo de pergunta. Ou é? Não depende de fatores externos, de tempo bonito, de nada, nada. Explicação, tem, sim. Mas não pode ser feita através de palavras. Não pode, mesmo. E porque escrevo então? Sei, não. Talvez para não explodir ou, melhor dizendo, não implodir. Porque o que se sente não é vontade nenhuma de estourar, de gritar; nem mesmo chorar adianta. É esse desejo mórbido de não ser. De não ter sido alguém. Pra que nasci?A modificação que venho sofrendo no meu comportamento não é normal. A morte é inevitável mas sinto que ela anda me rondando de perto. Nunca alcancei os objetivos que sonhava. Pelo menos fui enganada com uma falsa esperança. Dias e anos se passavam e nada da tal felicidade chegar. Dizem que é abstrata essa daí. Tive provas cabais disso. Porque, gente, lutei a vida inteira para manter o sorriso no rosto, a alegria, com pequenos desejos realizados mas aqueles, aqueles que realmente não se concretizaram e que me importam, aí, sim, me sinto frustrada.Querem me consolar as pessoas queridas que estão próximas, minha irmã por exemplo, me aponta coisas mais tristes, mais graves, problemas maiores que os meus e sei que ela tá certa. Há cruzes extremamente mais pesadas que as minhas. Mas quem as carrega são mais fortes que eu. Deve ser isso. Ontem, meu filho mais velho, que mora com o pai, veio com mala e cuia dizendo que iria ficar uns dias comigo. Que alegria! Vejo-o tão pouco...Armei tudo para que ele se sentisse confortável. Transferi minha televisão para o quarto do meio ( que é reservado para o filho que vem ) a poltrona do meu quarto ele também a carregou pra lá e tudo o que ele quis, eu concedi, com o peito aberto. Saímos para umas compras. Ele é o tipo de pessoa solidária, me ajudou com tudo e sem reclamar. Acho que é o mais parecido comigo. Comprei algumas roupas pra ele, consertei seu pijama, coloquei elástico, enquanto ele se acomodava com seus jogos, de que gosta tanto. A filha reclamou de tudo. Não a culpo, apenas vejo no seu comportamento uma das falhas minhas. Ela é boa, muito boa comigo mas não tem paciência com os irmãos. E suas razões ela quer me convencer, são legítimas, só que eu não entendo a vida sem amor, sem paciência, sem compreensão. Hoje, acordei mais tarde, já que é sábado e não havia nenhum compromisso. Percebi os passos do filho, indo e vindo até que abri os olhos e me deparei com ele já vestido, dizendo que iria embora. Disse ainda que voltaria na semana que vem e ficaria de novo. Ele se esconde no quarto da casa que mora, onde passa a maior parte do tempo. É lá que se sente bem. Escondido do mundo real, se apega ao virtual através dos seus games, filmes. Senti-me decepcionada, pois contava com ele por mais alguns dias. Meio eremita, se esquiva da realidade dura da vida. Vejo-o muito pouco, já disse. Moramos há mais de dez anos em casas separadas, já que assim ficou decidido, quando nos separamos, eu e o pai dele. Não foi escolha minha. O apego pelos filhos se tornou maior à medida em que me sinto envelhecer e o tempo encurta meu registro aqui neste planeta. Ando de tal modo sensível que amanheci num choro convulsivo, só de pensar na distância que sofrerei de novo, com a ida do filho, que volta para seu reduto solitário mas onde ele se sente melhor. Não tenho gosto pra mais coisa alguma. Escrever é mais uma saída do que satisfação. Gosto, sim de espalhar minhas idéias e colocá-las ao alcance daqueles que me leem. Mas neste momento, sirvo-me das palavras para desentocar toda essa tristeza que me devasta. Não estou bem. Não estou feliz, Não estou nada.Esse vazio que me impede de ir até a esquina, a qualquer lugar é que deve ser a tão falada depressão. Ela não é só tristeza, é algo que te desmonta, que te faz imaginar o percurso até o mercado, um martírio, visualizo, antes de sair, cada rua, cada esquina, o sinal de trânsito que devo obedecer, cada pedra e buraco das calçadas, já meio decorados por mim, passados por ali, tantas vezes. Antes, animada em comprar uma roupa ou sapato, até utensilio prático para a cozinha, tudo isso me incentivava a sair. Hoje, tudo se transformou em desânimo, em sacrifício. Talvez, nem sejam parentes, essas duas,a tristeza e a depressão. Mas a conclusão a que chego é que ambas estão sócias e querem me derrubar. Por que? Não tenho a menor idéia...
terça-feira, 6 de outubro de 2015
A primavera chegou apressada.
Hoje, ensolarado dia, já com ares de primavera. O tempo anda trocando as pernas de tanto que corre. Os humanos, acho, influenciando a natureza com sua desabalada correria. As flores devem surgir nesta época, perfumando e encantando os apreciadores da Natureza, não é o que esperamos ? Mas tudo mudou um pouco. Há seca em regiões onde sempre chovia o suficiente e o contrário, às vezes acontece e um temporal súbito acontece em lugares áridos. Por mais que se estude a Meteorologia, somos surpreendidos por essa inversão.Mas nós também precisamos nos acautelar diante das mudanças do nosso tempo. Há que se sofrer por antecipação? Não. O presente é o tempo certo de se viver e de se resolver as pendengas. O presente pode ser um dia inteiro ou mesmo uma fração dessas vinte e quatro horas de que é composto o que ficou combinado pelo homem, através da observação, quando o sol se vai e dá lugar à escuridão da noite. A lua clareia um pouco, no seu devido tempo. E como é bem vinda e bela. Promove canções, inspirando os mais românticos cancioneiros e nos faz suspirar, olhando sua claridade mágica. O outono é que deveria ser um tempo mais apreciado, com amenas temperaturas, mas não é. Pode ser a marca do tempo que passou- tão depressa - e como costumamos dizer - " a vida é curta". E não é que temos razão!? Olho pra trás e vejo a montoeira de coisas que ainda não fiz.Olho espantada porque perdi um tempo precioso, adiando atitudes que deixei de tomar, talvez por covardia ou mesmo esperando que tudo se resolvesse por si só. No outono da vida (advérbio de tempo né, gente?) - que frase bonita - pena que seja para indicar uma fase de envelhecimento.Cada vez mais observo o tempo apressado, mal acabou o inverno e a primavera dá as caras, ainda que suas flores se atrasem um pouco e custem mais a aparecer. Logo, logo, o quentíssimo verão surgirá todo afobado, levando pessoas às praias, onde impera a alegria, corpos sarados e outros nem tanto mas apreciando as delícias da água: outras procurando o alívio em terras altas, onde a temperatura é amena. Mas depois dele, surge, de novo, o nosso famigerado outono. O inverno parece estar envergonhado porque não realiza o que se espera dele: frio, muito frio. E pra não dizer que não veio, dá uma "esfriadinha",vez em quando. E só. Ando me identificando com essa estação onde não há muitas flores, nem muita chuva, parece a mais insossa. Entretanto vem demonstrar que devemos aproveitar o que a vida ainda nos oferece: vamos sorrir mais, vamos correr na praia,vamos dançar e cantar e se possível, vamos nos cercar de pessoas e vamos abraçá-las mais, vamos espargir amor, vamos nos amar muito, muito mais; vamos enfrentar esse outono com galhardia. Afinal, sempre podemos contar com aquela amiga, meio tímida, às vezes, mas fiel: a esperança.
sábado, 3 de outubro de 2015
Enquanto "seu" lobo não vem...
Cantiga de ninar, ou uma história infantil, sei lá. Aconteceu e pronto. Veio essa frase e os neurônios a fixaram nessa massa cinzenta que é o cérebro.De repente, muitos são os motivos que nos levam a escrever. Muitos também são os que nos levam a calar. Melhor não expor os sentimentos. Sei, não. Dizem que faz bem falar, botar pra fora. Dá alívio. Será mesmo? E quando há um sentimento de inutilidade, de que dizer o que nos fere é inútil e que não há nada que possamos fazer para mudar esta ou aquela situação. Hoje, estou meio assim: não dizer, me calar porque não vai adiantar nada. Brincar de roda, dançar, ouvir música, ler, ir ao cinema, ver televisão. Todas essas opções não me apetecem nesse momento. Li uma reportagem numa revista que gosto muito que dizia, cientificamente : ficar de pé faz muito bem à saúde, que não é à toa que o "homo erectus" percebeu intuitivamente ou mesmo por necessidade. Ganha-se horrores se ficarmos em pé. Há explicações.Um outro físico importante diz que, se não sairmos da Terra, não sobreviveremos. Por que será?Prevê a destruição do planeta pelo próprio homem, imagino. Viagens para outras galáxias são motivo de se gastar muitos milhões, não importa se de dólares ou qualquer que seja a moeda do país pesquisador.Quantos problemas a serem resolvidos, meu Deus! E eu aqui falando, falando.É que me dou conta de que sempre estaremos à mercê de alguma coisa aterradora. Há um problema nos espreitando em cada esquina. Por isso, muitos aconselham: "viva o presente!"É a melhor forma de se esconder ou ignorar esse "lobo" que vem, não sabemos a que horas e nem se virá mesmo. A verdade é que há lobos, sim, nos espreitando, de verdade e quando menos esperamos eles dão as caras. Não mordem, nem atacam fisicamente mas fazem um tremendo estrago, apenas com iminente ameaça... Ele nos olha, nos rodeia e...enquanto "seu" lobo não vem, finjo que não estou nem aí pra ele...Se não o encarar, ele vai embora, vai, sim. Não vou dar confiança.Vou me fingir de morta.
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