sábado, 3 de outubro de 2015
Enquanto "seu" lobo não vem...
Cantiga de ninar, ou uma história infantil, sei lá. Aconteceu e pronto. Veio essa frase e os neurônios a fixaram nessa massa cinzenta que é o cérebro.De repente, muitos são os motivos que nos levam a escrever. Muitos também são os que nos levam a calar. Melhor não expor os sentimentos. Sei, não. Dizem que faz bem falar, botar pra fora. Dá alívio. Será mesmo? E quando há um sentimento de inutilidade, de que dizer o que nos fere é inútil e que não há nada que possamos fazer para mudar esta ou aquela situação. Hoje, estou meio assim: não dizer, me calar porque não vai adiantar nada. Brincar de roda, dançar, ouvir música, ler, ir ao cinema, ver televisão. Todas essas opções não me apetecem nesse momento. Li uma reportagem numa revista que gosto muito que dizia, cientificamente : ficar de pé faz muito bem à saúde, que não é à toa que o "homo erectus" percebeu intuitivamente ou mesmo por necessidade. Ganha-se horrores se ficarmos em pé. Há explicações.Um outro físico importante diz que, se não sairmos da Terra, não sobreviveremos. Por que será?Prevê a destruição do planeta pelo próprio homem, imagino. Viagens para outras galáxias são motivo de se gastar muitos milhões, não importa se de dólares ou qualquer que seja a moeda do país pesquisador.Quantos problemas a serem resolvidos, meu Deus! E eu aqui falando, falando.É que me dou conta de que sempre estaremos à mercê de alguma coisa aterradora. Há um problema nos espreitando em cada esquina. Por isso, muitos aconselham: "viva o presente!"É a melhor forma de se esconder ou ignorar esse "lobo" que vem, não sabemos a que horas e nem se virá mesmo. A verdade é que há lobos, sim, nos espreitando, de verdade e quando menos esperamos eles dão as caras. Não mordem, nem atacam fisicamente mas fazem um tremendo estrago, apenas com iminente ameaça... Ele nos olha, nos rodeia e...enquanto "seu" lobo não vem, finjo que não estou nem aí pra ele...Se não o encarar, ele vai embora, vai, sim. Não vou dar confiança.Vou me fingir de morta.
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