sábado, 11 de janeiro de 2014

Vida vadia.

 Que sei eu da vida? Quase nada. Muitos dizem com segurança que experiência é tudo, a idade nos ensina. Discordo. Apenas visualizamos o que acontece e temos o desejo de ensinar, dar conselhos, mostrar a maneira certa. E adianta? Pergunto, já sabendo a resposta. Há momentos que deveriam ser  apagados. Como assim? Do mesmo modo que deletamos um erro ou corrigimos com uma teclada só o que não deu certo. Não funciona dessa maneira, disso eu sei. Aparentemente, tenho conhecimento de muitas verdades. Quem garante que são verdades? Estou confusa e confuso mais ainda ficará quem conseguir ler esse texto. A matemática não é grande amiga na minha agenda. Não deixo muito espaço pra ela. Sempre gostei de outro tipo de ciência, palavra que nos encoraja a acreditar piamente nas afirmações que nos são impostas. Ciência  diz tudo.  Não é empírico. É algo testado por filósofos, cientistas, biólogos e todos os detentores de grandes estudos, pesquisas. A vida nos é dada de graça. É? Não sei, não. Quem pediu para vir? Hoje estou de má vontade.  Sem concessões. Não quero abraçar aquele substantivo que nos faz tão bem, também não quero dizer qual é. Alguns vão identificar logo de cara. Mas quero fazer um pequeno mistério...um incentivo a quem quiser pensar; a qual deles me refiro? Só vou adiantar, dando uma pista: não é amor. Faz parte da família, mas, decididamente, não é. Se tem tempo para ficar imaginando, muito bem, então tente. "Eu não tô fazendo nada, você também...faz bom bater um papo assim gostoso com alguém...Vai, vai por mim...!" Já cantava o Jair...! Qual Jair? Eu, hein? Se não sabe, vai ficar na vontade.

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