sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

O PESO DA CRUZ.

É, gente...tem hora que parece não vai dar. O peso é excessivo. As coisas tomam um rumo que não foi programado, esperado. Quem planeja aborrecimento? Nem precisa resposta. Precisa, sim. Tem gente que gosta de curtir embates. Tem gente que nasceu para sofrer. Tem gente que é "espírito de porco". Como tem... Li uma vez, não sei onde, que é genético o mau humor.  Mas, ao contrário do que se  pressupõe com o título desse texto, quero dizer sobre a capacidade que temos de superar. Hoje, acordei com a sensação que havia levado uma coça. Fiquei mal. Levantei-me, deitei de novo e fui ler um livro, segundo volume de "Os miseráveis". Aliás, está me deixando meio miserável também, que me desculpem os ossos de Victor Hugo, mas há passagens chatíssimas. Outras incríveis, é verdade. Não conseguia me concentrar, apesar de ser a hora mais calma para se ler, os neurônios descansados. Mesmo assim, não deu.  Fui para a sala, o verão um pouco amenizado com a chuva de ontem, deixava entrar um aragem pela varanda, estava agradável. Li um trecho de uma revista católica, li de Deus, de Jesus. Adormeci de novo, até sonhei. Que bem me fez... Acordei limpa. Pronta para a luta. Olhei para a "cruz" desdenhando o seu peso, afinal, todos temos a nossa. Não é privilégio meu. Depois de um café e do remedinho de pressão, dispus-me a lutar de outra forma. Já ouviram falar em desprezo? Pois é. Arma letal, essa.

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