quinta-feira, 2 de abril de 2015

Pouco assunto.

As pessoas que tem como emprego escrever crônicas num jornal ou revista fico pensando: como será que fazem se não aparece um assunto interessante para contar ou até mesmo criticar?
Sempre me pergunto sobre esta questão. Assunto, na verdade, não falta. O que vem acontecendo é uma  paulificação constante; explico: o conteúdo é o mesmo de sempre; a violência, quem foi o último corrupto descoberto, que policial perseguiu e matou um "inocente", a bolsa de valores despencando, a inflação, a falta de confiança dos investidores no Brasil, a falta de boas estradas, desmatamento, políticos caçados e presos, acidentes ( causados principalmente pelo desmazelo do governo que não se importa se pessoas morrem nas estradas esburacadas)  a falta de trens pelo país inteiro, quando teríamos uma economia mais rentável, comprovadamente, a falta d'água pelo mundo todo, catástrofes, ufa! Cansei! E tem mais, só que se repetem numa cansativa rotina de tragédias. E nem falei dos famosos que morrem como moscas. Todo dia, vai um. Normal. Todos iremos um dia. Mas é chato pra quem já passou da" meta", já faz parte do grupo ativo e que a cada dia, vence a sorrateira inimiga com muita garra. A medicina ajudando e as informações outras. " No meu tempo" ninguém deve dizer isso, mas é verdade, morria-se muito cedo, a expectativa de vida era muito menor.Hoje, perdi a hora da ginástica mas, já que estava de pé, resolvi caminhar pela praia, compensando o corpo com outro exercício tão ou mais benéfico. Fazia tempo não andava pelo calçadão da praia e me surpreendi com uma novidade: antes de tudo, boa, diferente dos assuntos trágicos, ruins. Vi algumas partes da areia cercadas e com plantação apropriada, um tipo de refazimento da natureza, formando uma espécie de manguezais, com vegetação que foi arrancada e agora, tentam recuperar. Gostei do que vi. Havia uma placa mostrando que era iniciativa de um grupo , não consigo me lembrar do nome. Isso não importa, foi bom ver alguma coisa boa,produtiva e a favor dos que prezam a manutenção da natureza em sua forma natural. Devemos isso aos filhos, netos e a todos os jovens que foram prejudicados pela ganância e desordem moral de alguns que, por serem nossos representantes, deveriam primar por melhorar a vida da população. Afinal, os altos impostos são pra isso, né, gente?!!!



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