Banal esse tema. Tantos já devem ter dado esse título a algum texto, história, sei lá. Mas me veio à cabeça, digitei e seja o que Deus quiser... Não tenho a mínima ideia do que vou dizer. Isto é fato. Mas deu vontade, sim, de colocar aqui o que o meu inconsciente ou qual nome eu deva dar a essa coisa, dentro da cabeça, que chamam de cérebro. Tenho o costume de, como a maioria das pessoas, olhar o celular, ver mensagens, responder aos amigos e aos que, nem tanto, mas por quem tenho consideração.
Aí, penso de novo: falar de política, ainda faço isso, pode? Acreditem, virose ou doença crônica. Quero só ler comentários, dos mais exaltados aos mais delicados e democráticos, digamos assim. Mas, não. Quando dou pela coisa, lá vou eu me exorbitando, dirigindo palavras inoportunas, feias, mesmo, confesso. Férias para a política, melhor, né? Pelo menos, até a posse do meu candidato. Adivinharam? Não importa. A vida tem ficado mais dura. Tem estado sem graça. Ou quem sabe, não estou a fim de dar brilho a ela? Não teria resposta. Imagino que faço parte de um grupo enorme. As pessoas vivem mais. Muito mais. Os que contam mais de cem anos são um número bem grande. Ontem, via a foto de dois artistas, Kirk Douglas e seu filho ( lindo) Michael Douglas. Um, completando cento e dois anos daqui a uns dias e o outro, galã por quem já me apaixonei um tempo atrás, mostrando os seus setenta e quatro. A vida é madrasta mesmo. Já não tem a aparência e beleza que possuíam nos áureos tempos da tela de cinema. Claro! Aí, o meu espelho também resolve me acordar para a realidade. Que merda, né? E não é só. Tem uma moderna doença, aquela que acomete a várias pessoas ( dizem, o mal do século) que me deixou bem diferente do que costumava aparentar. Eu era feliz, sim. Trazia no bolso a ilusão. Sempre, a impressão de que tudo ia ficar melhor. Fui sonhadora demais. Esse adjetivo, foi gasto porque exagerei na dose.Foi isso? Parece. Agora, devo carrega-la nos ombros. Falo da vida, gente. Há pessoas mais felizes, umas mais que as outras? Talvez, não. Apenas algumas ainda como eu fiz, colocam esperanças nos bolsos, no coração, ou naquele órgão poderoso, o cérebro. Não sei onde fica localizada essa senhora que gosto de falar, se veste de verde e anda ao nosso lado. De uns tempos para cá, acho que ela enjoou da minha cara. Deu um sumiço! Preciso de você, moça..."Vem viver outra vez ao meu lado"... cantaria como a canção do nosso "Rei".
Um comentário:
Muito interessante este conto. Gostei.
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