Então, gente, vem o desejo de escrever estas pequenas crônicas que tem sido o que mais gosto atualmente. Acontece que, depois de ter escrito meia dúzia de frases, apagou tudo. Deu um treco no computador e perdi todo o texto. Voltei a escrever e tentei repetir as idéias, mas inútil. O que digo agora é bem parecido mas não, exatamente, igual.Incrível como não consegui dizer algo de agora, há pouco.Pessoas que dão depoimentos na Justiça caem em contradição, não são capazes de dizer as mesmas coisas do interrogatório de antes. Dá pra entender, se não são culpados.Mas eu dizia sobre a primavera, flores que brotam das árvores, arbustos, nos jardins, enfim, de beleza, da alegria. Ninguém tem muita paciência para ler ou ouvir o que se diz da primavera. Já se falou tanto em versos, em prosa, os poetas não se cansam. Queria ser um deles. Alguma coisa vai mudar, depois das eleições, que ainda deixaram umas cidades a espera de um segundo turno. O candidato que venceu na cidade mais importante do país, ganhou no grito. Campanha feita com seus próprios recursos, alguém que não se considera político, não como os que temos, nos Poderes que nos representam. Nos representam? Eu disse? Sim, eu acabei de digitar. Infelizmente, não é o que acontece. Não queremos ser roubados, ludibriados. Isto é outra coisa que já cansamos de saber pela mídia, etc, etc... Não é disso que quero falar. Mas é preciso que brotem candidatos assim como brotam as flores, na primavera. Há que se ter esperança de encontrar gente de verdade para nos representar. Gente colorida, gente cheirosa que encontrarão espinhos, assim como as rosas, no mesmo galho em que seguram a beleza, sustentam as folhas e os espinhos. Este homem que ganhou fácil as eleições na capital paulista, traz novas idéias, não se acovardou, diante da pergunta insidiosa da candidata daquele partido político que me recuso a colocar na minha pequena crônica. Todos sabem de cor o nome do vergonhoso complô para a destruição que nos assolou, pessoas que o apoiaram, ou infelizes seguidores, alguns fanáticos, outros no "cabresto". Mas falemos de flores, outra vez...Espero estar entre os vencedores, os que não tem medo de plantar o bem para todos. Pela primeira vez, não votei. Alcancei a idade em que não sou mais obrigada, como todo brasileiro. Houve muito voto nulo, muito voto branco. Espero estar ainda assistindo, no próximo ano, o renascimento da primavera. Desta vez, com cores fortes, com o cheiro suave das flores e com a alma lavada por ver a justiça funcionando, verdadeiramente, no país em que tenho o orgulho de ser uma de suas filhas. E viva o Brasil!
terça-feira, 4 de outubro de 2016
A PRIMAVERA.
Chegou a estação mais bonita do ano. Mas chove, faz frio. Prefiro calor, banhos frios, e o verão, ao contrário dos que preferem estar debaixo das cobertas, lendo ou fazendo coisa melhor ( mais apropriada para jovens, principalmente; não tenho preconceitos, velho também é gente),se é que me entendem...
Então, gente, vem o desejo de escrever estas pequenas crônicas que tem sido o que mais gosto atualmente. Acontece que, depois de ter escrito meia dúzia de frases, apagou tudo. Deu um treco no computador e perdi todo o texto. Voltei a escrever e tentei repetir as idéias, mas inútil. O que digo agora é bem parecido mas não, exatamente, igual.Incrível como não consegui dizer algo de agora, há pouco.Pessoas que dão depoimentos na Justiça caem em contradição, não são capazes de dizer as mesmas coisas do interrogatório de antes. Dá pra entender, se não são culpados.Mas eu dizia sobre a primavera, flores que brotam das árvores, arbustos, nos jardins, enfim, de beleza, da alegria. Ninguém tem muita paciência para ler ou ouvir o que se diz da primavera. Já se falou tanto em versos, em prosa, os poetas não se cansam. Queria ser um deles. Alguma coisa vai mudar, depois das eleições, que ainda deixaram umas cidades a espera de um segundo turno. O candidato que venceu na cidade mais importante do país, ganhou no grito. Campanha feita com seus próprios recursos, alguém que não se considera político, não como os que temos, nos Poderes que nos representam. Nos representam? Eu disse? Sim, eu acabei de digitar. Infelizmente, não é o que acontece. Não queremos ser roubados, ludibriados. Isto é outra coisa que já cansamos de saber pela mídia, etc, etc... Não é disso que quero falar. Mas é preciso que brotem candidatos assim como brotam as flores, na primavera. Há que se ter esperança de encontrar gente de verdade para nos representar. Gente colorida, gente cheirosa que encontrarão espinhos, assim como as rosas, no mesmo galho em que seguram a beleza, sustentam as folhas e os espinhos. Este homem que ganhou fácil as eleições na capital paulista, traz novas idéias, não se acovardou, diante da pergunta insidiosa da candidata daquele partido político que me recuso a colocar na minha pequena crônica. Todos sabem de cor o nome do vergonhoso complô para a destruição que nos assolou, pessoas que o apoiaram, ou infelizes seguidores, alguns fanáticos, outros no "cabresto". Mas falemos de flores, outra vez...Espero estar entre os vencedores, os que não tem medo de plantar o bem para todos. Pela primeira vez, não votei. Alcancei a idade em que não sou mais obrigada, como todo brasileiro. Houve muito voto nulo, muito voto branco. Espero estar ainda assistindo, no próximo ano, o renascimento da primavera. Desta vez, com cores fortes, com o cheiro suave das flores e com a alma lavada por ver a justiça funcionando, verdadeiramente, no país em que tenho o orgulho de ser uma de suas filhas. E viva o Brasil!
Então, gente, vem o desejo de escrever estas pequenas crônicas que tem sido o que mais gosto atualmente. Acontece que, depois de ter escrito meia dúzia de frases, apagou tudo. Deu um treco no computador e perdi todo o texto. Voltei a escrever e tentei repetir as idéias, mas inútil. O que digo agora é bem parecido mas não, exatamente, igual.Incrível como não consegui dizer algo de agora, há pouco.Pessoas que dão depoimentos na Justiça caem em contradição, não são capazes de dizer as mesmas coisas do interrogatório de antes. Dá pra entender, se não são culpados.Mas eu dizia sobre a primavera, flores que brotam das árvores, arbustos, nos jardins, enfim, de beleza, da alegria. Ninguém tem muita paciência para ler ou ouvir o que se diz da primavera. Já se falou tanto em versos, em prosa, os poetas não se cansam. Queria ser um deles. Alguma coisa vai mudar, depois das eleições, que ainda deixaram umas cidades a espera de um segundo turno. O candidato que venceu na cidade mais importante do país, ganhou no grito. Campanha feita com seus próprios recursos, alguém que não se considera político, não como os que temos, nos Poderes que nos representam. Nos representam? Eu disse? Sim, eu acabei de digitar. Infelizmente, não é o que acontece. Não queremos ser roubados, ludibriados. Isto é outra coisa que já cansamos de saber pela mídia, etc, etc... Não é disso que quero falar. Mas é preciso que brotem candidatos assim como brotam as flores, na primavera. Há que se ter esperança de encontrar gente de verdade para nos representar. Gente colorida, gente cheirosa que encontrarão espinhos, assim como as rosas, no mesmo galho em que seguram a beleza, sustentam as folhas e os espinhos. Este homem que ganhou fácil as eleições na capital paulista, traz novas idéias, não se acovardou, diante da pergunta insidiosa da candidata daquele partido político que me recuso a colocar na minha pequena crônica. Todos sabem de cor o nome do vergonhoso complô para a destruição que nos assolou, pessoas que o apoiaram, ou infelizes seguidores, alguns fanáticos, outros no "cabresto". Mas falemos de flores, outra vez...Espero estar entre os vencedores, os que não tem medo de plantar o bem para todos. Pela primeira vez, não votei. Alcancei a idade em que não sou mais obrigada, como todo brasileiro. Houve muito voto nulo, muito voto branco. Espero estar ainda assistindo, no próximo ano, o renascimento da primavera. Desta vez, com cores fortes, com o cheiro suave das flores e com a alma lavada por ver a justiça funcionando, verdadeiramente, no país em que tenho o orgulho de ser uma de suas filhas. E viva o Brasil!
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