domingo, 6 de dezembro de 2015

Lendo e aprendendo.

Ontem, acabei de ler um livro da  Martha Medeiros : "Simples assim", presente da filha que sabe do meu gosto pela leitura.Sempre encontro enorme prazer com os escritos dessa  mulher inteligente que sabe dizer as coisas mais simples e que nos tocam.Costumo anotar livros e autores que são citados por aqueles que tem uma cultura acima da média, escrevem livros ( que são adaptados para  peças de teatro ou filmes), para quando entrar numa livraria, ter uma boa dica do que devo comprar, afinal, cada real tá valendo ouro. Então anotei dois autores citados por ela e que por coincidência ou não são italianos. Vi também a humildade dela quando se dizia espantada ao ser recebida como celebridade, o que parecia incomodá-la de verdade. Falou ainda da vontade de se encontrar com um brasileiro bem conhecido nosso, Nelson Motta, sobre quem ela só tem elogios. Acho que tem razão. Ontem, ainda, já que falei do nosso compositor admirado por ela, vejo um elo entre ele e nossa grande atriz, Marília Pera, falecida ontem, também: duas filhas. Perdemos uma grande estrela, sim. Vimos pela TV a grande homenagem que lhe foi prestada e a comoção geral durante o velório, tudo muito triste, depoimentos de quem mal conseguia falar, tamanha emoção e sentimento pela perda.  Mais tarde, assistia a um programa na televisão, que me perdoem os que acham brega ou não acham nenhuma graça de ver: "Mega senha", onde o marido da Luciana Gimenez, Marcelo, entre outras coisas citou o nome do enteado, que tem sobrenome famoso, Jagger. Mas entre adivinhações e ganha não ganha, ele disse uma coisa certa e da qual compartilho vivamente: - " O melhor da vida é ter saúde". Claro que ele anunciava produtos farmacêuticos que lhe rendem alguns reais, imagino. No entanto, é uma grande verdade. Ouvi uma declaração de um ator famoso, além de autor, diretor e tantas coisas mais, que perdeu sua grande amiga, Marília Pera, que ela, sofrendo as dores que a terrível doença lhe infligia, mesmo assim, continuou o seu trabalho no palco, onde se sentia realizada. Ainda veremos um filme e o programa de TV em que ela atua. Exemplo de garra. Ela, que se dizia tão sensível e frágil, foi capaz de enfrentar o mal que a atingiu, sempre lutando bravamente. Hà pessoas assim, e outras totalmente diferentes, mostrando o lado feio do seu caráter. Tem muita gente precisando de lições como essa. Que viva para sempre Marília, não só em nossa memória, mas como  modelo de comportamento de como ser  gente de verdade!

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