sexta-feira, 27 de março de 2015
Jogando baralho.
A pedidos, volto a escrever. Quanta presunção! Estou ficando meio metida, faz bem ao ego,quando sou lida por alguém. Até pareço escritora. Hoje, lembrei-me de uma coisa que me fez rir e muito. Com aquela vontade de verdade, sem artifícios. É diferente de sorrir por educação, quando vê alguém ou escuta o que diz uma pessoa e por pura delicadeza oferece um sorriso meio amarelo, com a mesma palidez da anemia. Fomos eu e minha irmã jogar baralho na casa de uma sobrinha muito querida ;comemoramos também o aniversário de uma criatura maravilhosa que trabalha na casa dela; fizemos um lanche com bolo de banana e canela, café e ainda tinha pudim de leite para mais tarde. Então, reunidas na mesa e por pura determinação da sorte, eu ganhava das duas. Reparem que isso é raro. Jogo mesmo pra passar o tempo e aproveito pra falar de qualquer assunto ou mesmo, entre uma embaralhada e outra, conto uma piada que li ou ouvi de alguém. Essa foi tirada daqui do Face. Eram muitas,enviadas por outra grande amiga. Só que, depois de ler várias, uma delas me fez rir de verdade, sozinha, sem testemunhas. A irmã de quem falei não costuma rir muito de piadas, na verdade, sempre quer explicação ou fica com pena das "pequenas maldades" e que nos fazem rir: -"Coitado, gente"! É o que ela costuma acrescentar. Rimos quando alguém leva um tombo; é engraçado, ainda que seja um grande constrangimento para quem se estabacou no chão. Desta vez, contei uma que mexeu com o humor dela. Riu à beça. Devo contar? Melhor não. Deixo vocês na expectativa. Afinal, chegou a hora de irmos embora. Precisaríamos de um táxi, já que o tempo voa quando jogamos umas partidinhas de buraco e não é bom dar mole pra sorte. Duas coroas depois de nove horas, à noite, andando pela rua, impensável. Ouvia minha irmã explicando para a atendente da companhia de táxi que costumamos chamar. "- É, dizia, ela, perto do Museu, o MAC, (evidente que todos em Niterói sabem onde é) e ela continuava, dando o endereço para onde iríamos: "-Vou ficar primeiro, depois minha irmã segue pra Icaraí." Entretanto, parecia que a moça queria mais detalhes. E minha irmã continuou a explicação. "- Sim, é na subida, do lado direito porque do outro lado tem o mar"! Pode parecer sem graça, mas me dobrei de rir. E disse:"- Claro, você devia ter pedido um Catamarã para nos levar!" Foi bom. Rimos bastante e como isso faz bem!...
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