Além de alho, limão, tudo batido
no liquidificador. Peguei a receita de um famoso programa de TV. Era para ser
usado temperando o arroz, que deveria ser fervido na água com uma pitada de sal
e escorrido, como fazemos para cozinhar o macarrão. É mais saudável, segundo a
nutricionista do programa. Experimentei. O arroz, realmente, ficou ótimo,
soltinho. Mas o molho, benza, Deus!
Ficou muito forte! Para quem gosta de coisas picantes, aconselho, mas não é o
meu caso. Resultado: não coloquei no arroz. Apenas “morenei” uns dentes de alho
e misturei. Por que falar disso agora? Não sei. É a vontade de dizer alguma
coisa que me persegue, desde que
amanhece o dia. A missa do galo, tentei ver pela televisão, não tive tempo de ir à
igreja, a cozinha me deu trabalho. Queria ver o papa Francisco, celebrando a
missa para homenagear quem é o verdadeiro Natal: Jesus. E papa como Francisco é
coisa rara! Mas cochilei, de cansaço. Tem um filme, “Vestígios do dia”-
lembrei-me mais por causa do título. É o que ficou de ontem. É o que fica da
vida: vestígios; tudo é efêmero... Tudo é incerto. Viver o presente é o que
devíamos fazer. Mas o mau hábito de visualizar o futuro nos impede. Parece
vício. Hoje, todos descansam. Restaurantes fechados, mercados, comércio em
geral. Fechados para balanço. Mas a vida continua marcando as horas, os
minutos. Vamos vivendo, de uma forma ou de outra, o nosso presente.
2 comentários:
Simples assim! Gostei.
Neuza e seus talentos! Parabéns!!!
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