Acho que todos já disseram sobre a violência da qual Neymar foi vítima. Somos unânimes em repudiar uma covardia daquelas. Não vou dizer mais nada sobre aquele fato. Tudo já foi dito. Apenas vou comparar com um assunto que tem a ver com aquele acontecimento nefasto e maldoso. Desta vez, o culpado não vai ser punido. Apenas um comentário nas redes sociais deve ter sido suficiente para que ele se sentisse eximido de culpa. Só isso. Mas outras formas de violência aparecem e nos esbofeteiam tão fortemente como a citada, linhas acima. É uma forma de desrespeito atroz. Não deixa marcas físicas. Deixa cicatrizes na alma, nos deixa de quatro, sem ação. De que falo? Não posso esclarecer totalmente. Uns vão me achar confusa, outros vão entender perfeitamente o que quero dizer. São aqueles que, como eu, sentem-se agredidos no seu direito de dizer coisas, expressar idéias. Caminhamos para um retrocesso total,falta de liberdade, como aconteceu há anos. Fica em suspenso; não direi datas, não direi nomes, não direi das agressões. Queria muito que os que lessem essa crônica, tão pequena, tão fechada e tão restrita se esforçassem em reconhecer, ainda que subliminarmente, o que quero mostrar. Antes de qualquer coisa, quero crer num futuro límpido. Preciso ter esperanças de uma vida mais justa. Poder confiar em alguém que nos governe com parcimônia, com decência. Daqui a um tempo já não será obrigatório o meu voto. A idade chegou e me dá essa vantagem; ou será desvantagem? Não sei. O destino de um país é algo de importância vital para o povo, óbvio. Se meu voto é importante para fazer diferença quero ainda fazer parte dessa escolha. Deixar para os filhos e netos uma vida melhor, quem não quer? Mas vejo alguns bonecos de pano que são, como num verdadeiro teatro de fantoches, conduzidos por mãos inábeis, inescrupulosoas. Tornam o seu desempenho nocivo. São verdadeiros inimigos da vida, da liberdade. São um exército formado de brutamontes que saem pisando sem olhar por onde passam. Os que ousarem estar no seu caminho que se acautelem, não há piedade, não há sentimento de amor ao próximo. Cuidado homens de bem...
Nenhum comentário:
Postar um comentário